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segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Metallica by Request : São Paulo 2014
Diante de 65 mil pessoas, Metallica faz um show interativo e molhado em São Paulo.
Ontem fizemos uma bate volta em São Paulo para irmos ao show de uma das maiores bandas de rock da história, o Metallica passou por São Paulo com a turnê "Metallica by Request".
A ideia de fazer com que o próprio público escolhesse o setlist da apresentação através de uma votação pela internet foi genial, mesmo que o resultado final não tenha agradado a todos. Enquanto a maioria gostaria de ver um show só com os grandes sucessos, alguns fãs mais "puristas" queriam ouvir as músicas "lado B". Coisas que só acontecem com bandas que tem dezenas e dezenas de músicas boas.
No final ganhou a galera que queria uma apresentação só com o Top do Top, e foi isso que o Mettalica nos proporcionou, um show interativo e alucinadamente pesado, mesmo de baixo de chuva o pau quebrou por pouco mais de duas horas.
O Setlist final ficou assim:
"Battery"
"Master of puppets"
"Sanitarium"
"Fuel"
"The unforgiven"
"The lords of summer" (única inédita do show e única escolhida pela banda)
"Wherever I may roam"
"Sad but true"
"Fade to black"
"...And justice for all"
"One"
"For whom the bell tolls"
"Creeping death"
"Nothing else matters"
"Enter sandman"
"Whiskey in the jar"
"The day that never comes"
"Seek and destroy
No final um presente pra mim, depois de uma pequena disputa no chão, consegui pegar uma das paletas lançadas pelo James pra galera! Essa vou guardar para prosperidade!
O único ponto negativo ficou para depois do show. Sair do estádio do Morumbi e chegar no hotel foi um perrengue daqueles, andamos por mais de 1 hora pra conseguir pegar um táxi. Não é possível se fazer um evento para 65 mil pessoas e não dar uma alternativa par escoar todo esse público depois. Não tinha ônibus, trem, metrô, lotação ou qualquer outra coisa que não fosse um táxi pra sair dali. Realmente complicado, ainda bem que o show muito a pena.... muito mesmo.
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sábado, 4 de maio de 2013
Titãs: Primeiro show sem Nando Reis em Vitória
Registro histórico direto das paredes do estúdio da Dr Gori!
Primeiro show dos Titãs em Vitória sem Nando Reis no dia 20 de setembro de 2002, uma semana depois dele ter anunciado a saída da banda. Na entrevista abaixo Branco Mello fala sobre o show e sobre o impacto da saída de Nando.
clique na imagem para ampliar.
Os fãs mais novos que esperavam uma apresentação "acústica" viram os Titãs com a pegada dos anos 80, tocando "Porrada", "Polícia", "Bichos Escrotos" entre outros clássicos.
Show antológico! Quem aí também foi?
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domingo, 11 de novembro de 2012
Titãs, a mesma pegada de 30 anos atrás...
Início de show. Detalhe pra capa de Cabeça Dinossauro ao fundo.
Ontem foi uma noite especial para os fãs de rock em Vitória. Os Titãs passaram pela cidade com o seu show comemorativo de 30 anos de carreira e não deixaram pedra sobre pedra. Com uma apresentação de duas horas e meia, contanto com um interpretação na íntegra do disco Cabeça Dinossauro e mais grandes sucessos, a banda celebrou a amizade no palco e brindou os fãs com uma bela e bruta dose de rock nacional de qualidade.
Antes de falar do show em si cabe aqui um relato. Comprei o ingresso com antecedência, chequei em um dos pontos de vendas e perguntei o preço, pedi dois, paguei e levei pra casa. Chegando em casa vi que os ingressos eram meia-entrada. Ora bolas, mas em nenhum momento eu disse que era estudante. E também não to aparentando ter mais de 60! Ou estou? [pausa pra dar uma olhada no espelho]. Conversando com algumas pessoas, descobri que em muito eventos hoje, vende-se só meia entrada, o que na verdade é uma forma de não se ter meia-entrada. Como diria Capitão Nascimento: " O sistema é F*** parceiro!
Mas voltando para o que interessa, o show foi pancada! Para os fãs mais novos que conhecem a banda por causa das versões acústicas lançadas na década passada pode ter sido estranho ouvir algumas músicas com a levada punk original. Mas pra quem foi no show esperando ver isso, foi um deleite. A opção de se manter no palco apenas os titãs originais, sem banda de apoio com exceção do baterista é claro, deu ao show um tom de "ensaio aberto" que parece que coloca a platéia do lado da banda. Ensaio aberto mas com muito profissionalismo, por favor não me entendam mal.
Porrada! O som do vídeo infelizmente não ficou bom.
Branco Mello mandando muito bem no baixo, que em algumas músicas passou também na mão do Paulo Miklos e do Sérgio Brito. Outro ponto que chamou atenção foi a pegada das guitarras, em algumas músicas três ao mesmo tempo. Abusando dos efeitos e das distorções, sempre com os solos do Bellotto sobressaindo.
Titãs no palco com Branco Mello no baixo.
Fim de show, os Titãs se despedem de Vitória e voltam para o camarim. A platéia inflamada grita o nome da banda sabendo que voltariam para o tradicional bis. E eles voltam, tocam mais três músicas e se despedem de novo, dessa vez pra valer. Será? O palco continua apagado mas a platéia não arreda o pé, então eis que de repente um Holding volta ao palco pluga uma guitarra de novo na caixa, recoloca um microfone... tem mais.
A banda volta, Belloto já com outra camiseta, Paulo Miklos volta ao microfone: "vocês são do C*****LHO!". Eles tocam Comida e a galera canta junto. A música acaba, eles se olham com aquela cara de "e agora?!". Sergio Brito, quer terminar, já são duas horas e meia de show, mas a banda decide tocar mais uma. Paulo retoma o microfone: "o Bellotto não quer ir embora [risos].... essa é pra retribuir o carinho de vocês..." Eles tocam "É preciso saber viver" e encerram um show espetacular!
A primeira despedida.
Fim de show, saio com a sensação de ter assistido um grupo de amigos se divertindo no palco. E também com um saudosismo saudável de uma fase da vida em que esse tipo de show era mais frequente. Fase que diga-se de passagem, curti em plenitude, assim como estou curtinho a fase atual. A música desses caras vou levar pra sempre.
Vida longa aos Titãs!
Pra fechar com chave de ouro só faltava comer um "podrão" antes de dormir!
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sábado, 19 de novembro de 2011
Ben Harper no Brasil: confira o provável repertório do show!
O cantor californiano Ben Harper se apresentará em seis capitais brasileiras em dezembro encerrando a turne do seu último disco "Give till It´s Gone" que já passou pela América do Norte, Europa, Austrália, África e pelo Chile, durante o festival Lollapalooza.
Esta é a segunda vez que ele vem ao Brasil com seu último trabalho já que no primeiro semestre fez dois shows com entrada franca em Florianópolis na praia do Campeche, área de preservação ambiental.
Nesse último disco, muito introspectivo, Ben Harper deixa transparecer um certo sofrimento nas suas composições, bem característico do Blues, mas sem perder sua identidade com a música praiana e a boa e hipnotizante guitarra havaiana.
Com 17 anos de carreira e dois Grammys no curriculum, Ben teve com a participação do ex-Beatle Ringo Star em duas faixas do álbum. Cá entre nós não é qualquer um que tem a moral de poder dizer pros netinhos que entrou num estúdio com um Beatle.
Junto com seu amigo de surf Donavon Frankenreiter e com a participação especial da cantora brasileira Vanessa da Matta no single "Boa sorte", Ben promete noites com música de altíssima qualidade.
As apresentações acontecerão em:
03/12/11 - Porto Alegre, RS
04/12/11 - Florianópolis, SC
06/12/11 - Belo Horizonte, MG
07/12/11 - Brasília, DF
09/12/11 - São Paulo, SP
10/12/11 - Rio de Janeiro, RJ
Em um dos shows de Florianópolis Harper usou o setlist abaixo e provavelmente o repetirá nos shows de dezembro, salvo pequenas alterações, já que a ideia da turne é divulgar seu último disco:
01 - I Will Not Be Broken
02 - Number With No Name
03 - Lay There & Hate Me
04 - Diamonds On The Inside
05 - Better Way
06 - Mutt
07 - Another Lonely Day
08 - Walk Away
09 - Ground On Down
10 - Boots Like These
11 - Keep It Together (So I Can Fall Apart)
12 - Boa Sorte
Bis:
13 - Feel Love
14 - Up To You Now
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Eric Clapton. Transe coletivo no culto à guitarra.
Finalmente chegou o dia! No último domingo fui ao show de sir Eric Clapton no Rio de Janeiro e foi simplesmente inesquecível ver uma lenda viva aos 66 anos executando solos precisos, crús, quase sem efeitos nenhum, límpidos, sem nenhuma impureza e arrebatadores.
Já no show de abertura, deu pra sentir que a noite seria sensacional. Gary Clark jr é uma estrela em ascenção no cenário do rock e também do soul. Com um baterista com a mão pesada, e um som cheio de ritmo apimentado com solos virtuosos e distorcidos, Gary arrancou aplausos entusiasmados dos previnidos que como eu que não deixaram pra chegar em cima da hora.
Então as luzes se apagam e Eric Clapton sobe ao palco. Eu me sinto como se estivesse pagando uma dívida comigo mesmo, por não ter conseguido ir ao show na apoteose 10 anos atrás.
O show começa com Going Down Slow, intercalando solos com os backing vocals de Michelle John e Sharon White. E ao final ouvimos o primeiro "thankyou"!!!
A platéia parece estar hipnotizada quando começa Key to the highway e o transe só vai se intensificando. A platéia num silencio mortal, como se estivéssemos num teatro ouvindo uma peça de Bach.
Mas então a casa vem abaixo quando o reef de Hoochie Coochie Man explode pelo ginásio, e eu fico pensando: porque esse cara não nasceu negro????? Foi um mero acado do destino talvez, o blues dele é demais.
Passamos para Old Love a primeira balada da noite, o solo de Clapton é indescritível e eu percebo que ele também está em transe, batendo o pé no chão, olhos fechados e dançando desengonçado.
A seguinte é I shot de sherif que me perdoem os fans de reagge mas a versão de Eric é melhor que a original. Alias todo fãn de reagge fora da Jamaica devia agradecer, pois se Clapton não tivesse gravado a música e apresentado Bob Marley ao mundo muitos talvez nem saberiam que ele existiu!
A cada música a banda é ovacionada, e clapton não fala com a platéia. Pelo menos não com palavras, já que com a guitarra nas mãos ninguém fala tão bem quanto ele. Já tinha comentado com minha esposa antes do show que isso ia acontecer, e foi ela quem percebeu uma outra coisa: "Não tem guitarra base nessa banda? Velinho metido hein?"
Na verdade a guitarra base foi substituída pelo piano elétrico de Chris Stainton e o órgão de Tim Carmon. A cozinha super competente com o baterista Steve Gadd e o baixista Willie Weeks escondidos nas sombras do palco, mas conduzindo o show com frases simples e melodiosas, como tem que ser.
Então, Clapton pegou o violão e uma cadeira e chamou o público pra perto da fogueira. Tocou Driftin' e Nobody Knows You When You're Down And Out. Depois pegou a guitarra ainda sentado e mandou Lay Down Sally ( e o transe coletivo continuava).
A única música do último disco foi When Somebody Thinks You're Wonderful, lançado no ano passado.
De repente a bateria começa um reef de caixa, semelhante a uma marcha marcial porém mais lenta e ouvimos o som de Layla, uma versão nova, diferente do disco acústico e também da clássica. A levada bem lenta faz a platéia declamar o refrão junto com a banda, quase como se fosse uma oração. Veja o vídeo e desculpe pela tremedeira no começo!
Layla
Sir Clapton levanta novamente e voltamos com Badge e em seguinda com a mais emocionante da noite, Wonderful Tonight foi pra ouvir abraçadinho e fazendo cafuné!
Chega então uma das minhas prediletas, Before you Accuse Me, o público cantou junto e bateu palmas! Mais uma vez, indescritível.
Em Little Queen Of Spades, os solos de Chris Stainton e Tim Carmon são ovacionados pelo público. A banda fala a mesma língua, e a sintonia e o respeito entre eles era visível para todos.
Chegou a hora da apoteose!!!!! Cocaine com a galera cantando junto! Fim de show, a platéia de pé aguardando o bis, que veio com Crossroads.
Cocaine
Fim do transe. Será? Hoje já se passaram três dias do show e ainda me vejo cantarolando as músicas. Essa foi uma daquelas experiências pra se guardar para toda a vida e poder contar pros filhos dos meus filhos. Depois de domingo a famosa pichação feita na estação de metrô de Islington, Londres, em 1965 tomou outro sentido pra mim. "Clapton is god".
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Confira o provável SetList do show do Eric Clapton no Brasil!
Essa é para quem vai curtir um dos shows que Eric Clapton fará em sua passagem pelo Brasil em outubro de 2011.
O setlist abaixo é o que mais tem sido usado nos show da turnê que já passou pela Inglaterra, Estados Unidos, Singapura, Hong Kong , Austria, Alemanhã e chega ao Brasil no mês que vem. De um show para o outro apenas uma ou duas músicas tem sido mudadas:
1. Key To The Highway
2. Going Down Slow
3. Hoochie Coochie Man
4. Old Love
5. I Shot the Sheriff
6. Driftin' Blues
7. Nobody Knows You When You're Down and Out
8. Still Got the Blues
9. Same Old Blues
10. When Somebody Thinks You're Wonderful
11. Layla
12. Badge
13. Wonderful Tonight
14. Tearing Us Apart
15. Before You Accuse Me
16. Little Queen of Spades
17. Cocaine
Bis > Crossroads
2. Going Down Slow
3. Hoochie Coochie Man
4. Old Love
5. I Shot the Sheriff
6. Driftin' Blues
7. Nobody Knows You When You're Down and Out
8. Still Got the Blues
9. Same Old Blues
10. When Somebody Thinks You're Wonderful
11. Layla
12. Badge
13. Wonderful Tonight
14. Tearing Us Apart
15. Before You Accuse Me
16. Little Queen of Spades
17. Cocaine
Bis > Crossroads
Sempre existe a possibilidade de um improviso, mas cá entre nós tá bom pra caramba né não?
Outra notícia, é de que foi confirmado o nome de Gary Clark Jr como responsável pela abertura dos quatro shows de sir Clapton no Brasil.
Gary é intitulado como o "salvador do blues", por ser uma estrela em ascensão no cenário do rock e do soul.
Eric Clapton subirá ao palco do Estacionamento da FIERGS, em Porto Alegre, no dia 6 de outubro. Depois parte para o Rio de Janeiro, com shows marcados nos dias 9 e 10 no HSBC Arena. A turnê termina em São Paulo no dia 12, no Estádio do Morumbi.
Gary é intitulado como o "salvador do blues", por ser uma estrela em ascensão no cenário do rock e do soul.
Eric Clapton subirá ao palco do Estacionamento da FIERGS, em Porto Alegre, no dia 6 de outubro. Depois parte para o Rio de Janeiro, com shows marcados nos dias 9 e 10 no HSBC Arena. A turnê termina em São Paulo no dia 12, no Estádio do Morumbi.
Aos 66 anos existe a especulação de que esta seja sua última turnê mundial, apesar de isto já ter sido levantado em 2001, 10 anos atrás quando o deus da guitarra trouxe seu show ao Brasil pela última vez. De qualquer forma não vale a pena arriscar!
Para terminar sente só uma pedaço do solo de "I shot the sherif" executado no show de Singapura.
Para terminar sente só uma pedaço do solo de "I shot the sherif" executado no show de Singapura.
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