Esportes, tecnologia, política, atualidades, fatos da minha rotina... ou seja, sobre tudo que me der na telha!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Pulseira para o Garmin Edge 500
domingo, 17 de junho de 2012
Desafio de Ciclismo Pe. José de Anchieta 2012 (diário de um "caça-foice")
Final de semana passada participei da minha primeira prova de ciclismo, o Desafio Pe. José de Anchieta. Saímos da praia de Camburi em Vitória e fomos até o município de Anchieta, no sul do estado, num percurso de 86km. Como bom caça-foice que sou, não vinha treinando regularmente por causa de outros compromissos, aquelas velhas desculpas de sempre, mas quando soube da prova me animei e fiz um treinamento intensivo com a equipe Omega nas últimas duas semanas.
Segue aqui um relato da prova, minhas impressões e comentários:
Largada:
Fui pedalando de casa até Camburi, cheguei cedo pois o kit com a numeração seria entregue no local da largada. Chegando lá encontrei praticamente todo mundo que pedala em Vila Velha e Vitória. O ambiente era muito descontraído com brincadeiras e fotos. Afinal o ciclismo capixaba estava em festa! Ciclistas de várias idades e categorias diferentes numa mesma prova, e ainda recebendo atletas profissionais de outros estados, já que a prova valeu pontos pro Ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo.A largada foi dada após o hino nacional e o pelotão entrou em movimento.
km 02 (Praia do Canto):
Entramos na praia do canto no maior pelotão de bikes que eu já tinha visto. Cerca de 300 atletas serpentiando pelas curvas da cidade. Várias pessoas nas calçadas e nas praças adminirando o pelotão com olhos curiosos. Para muitos foi o primeiro contato com uma prova dessa magnitude. Ponto para o esporte!
km 06 (Terceira Ponte):
O pelotão afunila e se espreme em uma pista só para passarmos na via expressa do pedágio. A subida é cruel, ainda bem que estamos no comecinho da prova. A falta de treinamento maltrata o coração! É nesse momento que tenho o meu pico de frequência cardíaca de toda a prova com 180bpm. O vento sul já dá as caras avisando que ia ser o carrasco do dia. Subo a ponte devagar pra não castigar muito as pernas, mas acabo perdendo contato com o pelotão principal, primeiro erro do dia.
km 10 (Vila Velha):
A ponte despedaçou a parte de trás do pelotão principal, criando vários grupos pequenos de caça-foices como eu. Até então a informação que eu tinha é de que a largada oficial seria em movimento então se perdesse o pelotão ali minha vida ia ficar muito complicada. Por isso baixei a cabeça, marcha pesada e acelerei pra pegar o pelotão.
Km 17 (Itaparica):
Finalmente peguei o pelotão principal. Ufa... agora é passear até a largada e descansar na roda de alguém.
Km 22 (Largada Oficial- Terra Vermelha):
Hora de separar o joio do trigo, nesse caso os ciclistas dos caça-foices. Paramos logo depois do viaduto de Terra Vermelha. Larga a Elite com um carro de apoio, logo após o pessoal da Master, e por ultimo nós iniciantes. Minhas pernas ainda estão 100%, pulmão também. Como demoramos pra largar, consegui recuperar o esforço pra pegar o pelote e ainda deu tempo de mandar pra dentro um carbo-hidrato em gel. O pelotão dos iniciantes sai a todo vapor, pelo visto tem gente que não quer se misturar com “essa gentalha” e parte já a 40km/h. Vão com Deus! Fico no pelotão intermediário na casa dos 30km, sei que o pior ainda esta por vir e o vento sul não ia ajudar em nada.
O pelote vai se esfarelando mais uma vez e fico num grupo de mais ou menos 10 ciclistas. Vamos revessando a cara no vento não muito igualitariamente mas vamos indo bem.
Km 35 (Pedágio - Queda):
Chegamos no pedágio e um dos funcionários da Rodosol, sempre muito gentis, indicava o caminho pela via expressa: “PRO CANTO, CANTO, CANTO, CANTO!”. Logo depois do pedágio meu grupo diminui a velocidade, uma ambulância está parada prestando socorro pra alguns ciclistas que se envolveram numa queda. Uma das fiscais de prova fala que está tudo bem com eles e seguimos caminho. Não entendi até agora como aquela galera caiu ali, pista boa, reta, sol, será que foi obra de algum caça metido a “sprintista”?
Km 44 (Setiba):
Vamos revezando a frente do “grupeto” a 30km de média até Setiba. Tinha esquecido que com vento sul a reta do pedágio dobra de tamanho. Quando curvamos para o contorno de Guarapari o vento dá uma amenizada mas pra compensar o terreno fica mais complicado. Mas eu treinei aqui, e as pernas ainda estão ok. Vamos simbora!
Em um dos morros me distraio dois segundos, e perco a roda do pelotão. Que vacilo! Corro atrás mas o pelote esfarelou mais ainda, agora somos só 5 e o pior ainda está por vir...
Km 71 (Meaipe):
O contorno de Guarapari é o trecho com maior quantidade de morros, nenhum muito alto, mas a sequência é desgastante principalmente pra mim que não gosta de girar numa cadência muito alta. O problema é que girando lentamente a força necessária pra subir um morro atrás do outro é maior, e essa força vai se esvaindo aos poucos. Nesse trecho da prova acabo seguindo sozinho a maior parte do tempo, passo algumas pessoas, sou ultrapassado pro outros mas a gente não chega a formar um grupo. Como nessa fase todo mundo já tava castigado, seguir o ritmo do outro apesar de teoricamente ser mais fácil se torna muito complicado. Chego a Meaípe com o sentimento de "o pior já passou! cheguei" mas sou recebido por uma anfitriã bem chata...
domingo, 21 de agosto de 2011
Ciclistas são sabotados com tachinhas nas ruas da USP

Ciclistas que treinam na Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo, relatam que têm sido sabotados há cerca de dois meses com tachinhas colocadas nas ruas.
A informação é de reportagem de Natália Cancian publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Segundo os atletas, as tachinhas são colocadas na região da raia olímpica e na praça da Reitoria, locais onde há maior movimento de bicicletas.
A suspeita é que elas tenham sido jogadas por alunos para furar o pneu das bicicletas. Funcionários do campus falam também em taxistas e motoristas de ônibus, incomodados com o excesso de bicicletas, muitas vezes em alta velocidade --até 45 km/h.
A Coordenadoria do Campus da USP disse que não tinha conhecimento do problema e orienta os atletas a registrarem as queixas na Guarda Universitária para que os casos sejam investigados.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/959756-ciclistas-sao-sabotados-com-tachinhas-nas-ruas-da-usp.shtmlsegunda-feira, 18 de julho de 2011
Confiante, Andy garante família Schleck campeã do Tour e promete sacrifícios (by ESPN Brasil)
Crédito da imagem: Reuters
sábado, 5 de março de 2011
O Caçafoice

sábado, 8 de janeiro de 2011
Primeiro Pedal do Ano!
Sempre pratiquei esporte, sempre foi meu principal lazer, passei pelo futebol, volei, natação e corrida. Sempre adorei atividade física, e pratico desde que me entendo por gente. Quando surgiu a ideia de pedalar, no começo de 2008, topei na hora, comprei uma montain bike de segunda mão (caça foice mão de vaca), e fui para estrada.
Gosto muito de esportes coletivos pela diversão e pela atividade social, sempre joguei minha pelada semanal. Mas também adoro esportes individuais como a corrida e a natação, pois propiciam um momento de superação individual e de pensar na vida. No ciclismo consegui ver muito dos dois lados e isso me prendeu ao esporte.
Um outro aspecto forte é a competitividade, não gosto de ficar entre os últimos e nem estou acostumado. Mas como a vida é composta por vários outros aspectos (social, financeiro, familiar, etc) não tenho conseguido nos últimos tempos priorizar o esporte. Essa é a razão pela qual sempre que eu volto, volto com gana pra recuperar o tempo perdido.






