Esportes, tecnologia, política, atualidades, fatos da minha rotina... ou seja, sobre tudo que me der na telha!
domingo, 2 de agosto de 2015
domingo, 11 de maio de 2014
Copa e Olimpíadas no Brasil... o que fica é a frustração...
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Pulseira para o Garmin Edge 500
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O ciclo do futebol
domingo, 17 de junho de 2012
Desafio de Ciclismo Pe. José de Anchieta 2012 (diário de um "caça-foice")
Final de semana passada participei da minha primeira prova de ciclismo, o Desafio Pe. José de Anchieta. Saímos da praia de Camburi em Vitória e fomos até o município de Anchieta, no sul do estado, num percurso de 86km. Como bom caça-foice que sou, não vinha treinando regularmente por causa de outros compromissos, aquelas velhas desculpas de sempre, mas quando soube da prova me animei e fiz um treinamento intensivo com a equipe Omega nas últimas duas semanas.
Segue aqui um relato da prova, minhas impressões e comentários:
Largada:
Fui pedalando de casa até Camburi, cheguei cedo pois o kit com a numeração seria entregue no local da largada. Chegando lá encontrei praticamente todo mundo que pedala em Vila Velha e Vitória. O ambiente era muito descontraído com brincadeiras e fotos. Afinal o ciclismo capixaba estava em festa! Ciclistas de várias idades e categorias diferentes numa mesma prova, e ainda recebendo atletas profissionais de outros estados, já que a prova valeu pontos pro Ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo.A largada foi dada após o hino nacional e o pelotão entrou em movimento.
km 02 (Praia do Canto):
Entramos na praia do canto no maior pelotão de bikes que eu já tinha visto. Cerca de 300 atletas serpentiando pelas curvas da cidade. Várias pessoas nas calçadas e nas praças adminirando o pelotão com olhos curiosos. Para muitos foi o primeiro contato com uma prova dessa magnitude. Ponto para o esporte!
km 06 (Terceira Ponte):
O pelotão afunila e se espreme em uma pista só para passarmos na via expressa do pedágio. A subida é cruel, ainda bem que estamos no comecinho da prova. A falta de treinamento maltrata o coração! É nesse momento que tenho o meu pico de frequência cardíaca de toda a prova com 180bpm. O vento sul já dá as caras avisando que ia ser o carrasco do dia. Subo a ponte devagar pra não castigar muito as pernas, mas acabo perdendo contato com o pelotão principal, primeiro erro do dia.
km 10 (Vila Velha):
A ponte despedaçou a parte de trás do pelotão principal, criando vários grupos pequenos de caça-foices como eu. Até então a informação que eu tinha é de que a largada oficial seria em movimento então se perdesse o pelotão ali minha vida ia ficar muito complicada. Por isso baixei a cabeça, marcha pesada e acelerei pra pegar o pelotão.
Km 17 (Itaparica):
Finalmente peguei o pelotão principal. Ufa... agora é passear até a largada e descansar na roda de alguém.
Km 22 (Largada Oficial- Terra Vermelha):
Hora de separar o joio do trigo, nesse caso os ciclistas dos caça-foices. Paramos logo depois do viaduto de Terra Vermelha. Larga a Elite com um carro de apoio, logo após o pessoal da Master, e por ultimo nós iniciantes. Minhas pernas ainda estão 100%, pulmão também. Como demoramos pra largar, consegui recuperar o esforço pra pegar o pelote e ainda deu tempo de mandar pra dentro um carbo-hidrato em gel. O pelotão dos iniciantes sai a todo vapor, pelo visto tem gente que não quer se misturar com “essa gentalha” e parte já a 40km/h. Vão com Deus! Fico no pelotão intermediário na casa dos 30km, sei que o pior ainda esta por vir e o vento sul não ia ajudar em nada.
O pelote vai se esfarelando mais uma vez e fico num grupo de mais ou menos 10 ciclistas. Vamos revessando a cara no vento não muito igualitariamente mas vamos indo bem.
Km 35 (Pedágio - Queda):
Chegamos no pedágio e um dos funcionários da Rodosol, sempre muito gentis, indicava o caminho pela via expressa: “PRO CANTO, CANTO, CANTO, CANTO!”. Logo depois do pedágio meu grupo diminui a velocidade, uma ambulância está parada prestando socorro pra alguns ciclistas que se envolveram numa queda. Uma das fiscais de prova fala que está tudo bem com eles e seguimos caminho. Não entendi até agora como aquela galera caiu ali, pista boa, reta, sol, será que foi obra de algum caça metido a “sprintista”?
Km 44 (Setiba):
Vamos revezando a frente do “grupeto” a 30km de média até Setiba. Tinha esquecido que com vento sul a reta do pedágio dobra de tamanho. Quando curvamos para o contorno de Guarapari o vento dá uma amenizada mas pra compensar o terreno fica mais complicado. Mas eu treinei aqui, e as pernas ainda estão ok. Vamos simbora!
Em um dos morros me distraio dois segundos, e perco a roda do pelotão. Que vacilo! Corro atrás mas o pelote esfarelou mais ainda, agora somos só 5 e o pior ainda está por vir...
Km 71 (Meaipe):
O contorno de Guarapari é o trecho com maior quantidade de morros, nenhum muito alto, mas a sequência é desgastante principalmente pra mim que não gosta de girar numa cadência muito alta. O problema é que girando lentamente a força necessária pra subir um morro atrás do outro é maior, e essa força vai se esvaindo aos poucos. Nesse trecho da prova acabo seguindo sozinho a maior parte do tempo, passo algumas pessoas, sou ultrapassado pro outros mas a gente não chega a formar um grupo. Como nessa fase todo mundo já tava castigado, seguir o ritmo do outro apesar de teoricamente ser mais fácil se torna muito complicado. Chego a Meaípe com o sentimento de "o pior já passou! cheguei" mas sou recebido por uma anfitriã bem chata...
sábado, 31 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
João Paulo, ex-Rio Branco é destaque no time de base do Cruzeiro
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Estádio Kleber Andrade na Revista Placar de 1986
Bons tempos da minha infância que não vejo a hora de reviver. Os mais antigos vão concordar comigo que torcer pro Brancão no Salvador Costa ou no Engenheiro Araripe, cá entre nós não é a mesma coisa. Apesar da torcida capa preta ser maioria em qualquer estádio do estado, não é a mesma coisa. Os mais jovens que hoje formam as torcidas organizadas como a Comando Alvi Negro provavelmente nem tinham nascido nessa época do "Monumental de Campo Grande".
Lembro de sair de Vila Velha de carro com meu pai e meu tio e na BR-2B2 ver um monte de gente com a camisa do Rio Branco nos outros carros, dentro dos ônibus, carregando bandeiras! Meu tio baixava o vidro da belina e gritava BRANCOOOO e do outro lado da rua alguem respondia!
O entorno do estádio ficava todo lotado de carros e de flanelinhas e as vezes tinhamos estacionar quase na BR perto da delegacia e caminhar a pé até o estádio.
Mais informações sobre o projeto e o andamento das obras você encontra no site do IOPES.
Não vejo a hora de comemorar um gol do Rio Branco dentro deste estádio novinho em folha!
domingo, 21 de agosto de 2011
Ciclistas são sabotados com tachinhas nas ruas da USP

Ciclistas que treinam na Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo, relatam que têm sido sabotados há cerca de dois meses com tachinhas colocadas nas ruas.
A informação é de reportagem de Natália Cancian publicada na Folha desta segunda-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Segundo os atletas, as tachinhas são colocadas na região da raia olímpica e na praça da Reitoria, locais onde há maior movimento de bicicletas.
A suspeita é que elas tenham sido jogadas por alunos para furar o pneu das bicicletas. Funcionários do campus falam também em taxistas e motoristas de ônibus, incomodados com o excesso de bicicletas, muitas vezes em alta velocidade --até 45 km/h.
A Coordenadoria do Campus da USP disse que não tinha conhecimento do problema e orienta os atletas a registrarem as queixas na Guarda Universitária para que os casos sejam investigados.
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/959756-ciclistas-sao-sabotados-com-tachinhas-nas-ruas-da-usp.shtmlsegunda-feira, 15 de agosto de 2011
Minhas primeiras 10 milhas Garoto!



segunda-feira, 18 de julho de 2011
Confiante, Andy garante família Schleck campeã do Tour e promete sacrifícios (by ESPN Brasil)
Crédito da imagem: Reuters
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 5 de março de 2011
O Caçafoice

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Retrospectiva 2010
Enquanto comprava meus presentes, tarefa que como qualquer homem normal odeio fazer. Comecei a fazer minha retrospectiva desse ano. 2010 foi um ano muito bom em vários aspéctos e merece ser celebrado.
Esse ano ganhei um presente de Deus, minha filha nasceu com saúde, cheia de energia e alegria. Quando ela acorda as 3h da manhã gargalhando no berço as vezes acho que é alegria até demais, mas logo ela me contagia e tenho que me segurar pra não entrar na brincadeira, afinal tenho que trabalhar no dia seguinte. Minha vida mudou drasticamente, como pais de primeira viagem minha esposa e eu queremos fazer tudo da melhor forma possível, e isso toma tempo. Mas valhe muito, muito a pena. Até os 5kg que ganhei por parar de pedalar e correr.
Se não bastasse Mariana, também ganhei uma afilhada, minha sobrinha Vittória nasceu em outubro e nesse natal teremos bebes de verdade no presépio! Essas duas vão ser a tampa e panela, já to até imaginando.
No esporte meu time foi campeão depois de 25 anos na fila. E como eu sofri nessa fila. Quantas vezes ouvi as notícias de que havia sido montado um time bom sobre o comando de um Marcus Nunes da vida, comprei meu ingresso, fui no primeiro jogo e não voltei mais. Muito triste. Desses 25 anos muitos deles o Rio Branco nem chegou perto de brigar pelo título. Mas de 2008 pra cá isso mudou, o time se estruturou, chegou muito perto duas vezes e esse ano finalmente aconteceu. DÁ-LHE Brancão.
Na política também foi um ano bom, apesar de não concordar com a maioria que elegeu Dilma nossa nova presidente, como amante da Democracia sou obrigado a reconhece-la como tal. E cada vez que conseguimos eleger nossos líderes de forma civilizada a democracia se fortalece. Mas não confundam, reconhece-la como presidente não me impede de expor minhas opiniões quando elas forem contrárias, a democracia me garante esse direito e provavelmente use esses espaço no blog para isso.
Enfim, depois de 2 horas intermináveis de compras, com lojas cheias e vendedores irritantes, finalmente cheguei em casa e forrei o pé da árvore de natal com os presentes. Mas tudo vale a pena, não pelo presente que vou ganhar em troca, mas pela celebração do Natal com quem você gosta.
Final de ano é época de comemorar, de estar junto com aqueles que você chama de familia. Para nós católicos, a preparação do advento é um momento de reflexão sobre a vida que culmina com a celebração do natal em comunidade. Não deixe passar em branco!
Ah, já ia esquecendo, como teremos o verão mais quente dos últimos anos em 2011, Mariana tem um recado.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Futuro do futebol capixaba, e o papel do Rio Branco!
Esse mês o Rio Branco sagrou-se Bi Campeão da Copa Espírito Santo Sub 17, o que demonstra o trabalho sério que o clube tem feito nas categorias de base. Eu acompanho as notícias e os comentários dos torcedores no site oficial (www.rbac.esp.br), e é fácil perceber o interesse de garotos e de seus pais em participar das peneiras. Tem sempre alguém perguntando quando vai ser a próxima.No planejamento para 2011 está prevista a criação de escolinhas de futebol que vão preparar novos talentos. Hoje só existem as equipes SUB-17, SUB-20 e profissional.
É importante para o futebol capixaba que tenhamos uma base forte. O garoto que gosta de jogar bola tem que criar a sua identificação com o time local, não tem problema em torcer para times do Rio, São Paulo, Minas, etc, mas é aqui que o garoto que sonha em ser profissional tem que começar. Hoje torneios como a copa gazetinha garimpam e exportam os nossos jogadores para times de fora, ainda em estado bruto, num regime totalmente extrativista e predatório.
Nessas horas tem que ser bairrista, temos que valorizar o que é nosso. Não adianta ficar sonhando com um time na primeira divisão enquanto na imprensa local, se dá mais importância para torneio de varzea do que para o futebol profissional. Alias o entusiasmo do Jorge Bueri no globo esporte, merece um post só pra ele! Vou providenciar.
Quem foi na final do campeonato capixaba de 2010 viu a força que a marca Rio Branco tem, e a paixão da torcida. O caminho para o renascimento do futebol capixaba passa necessariamente por um Rio Branco forte. E acredito que depois de muitos e muitos anos, finalmente estamos no caminho certo graças a atual diretoria.
Mas não é só isso, como disse o presidente do clube em entrevista recente, "não adianta o Rio Branco ser um time forte no meio do nada". Os outros times tem que se estruturar, a imprensa apoiar, a federação se moralizar, para só assim o campeonato atrair mais patrocinadores e fazer a engrenagem toda rodar. Para sair da inércia precisamos do Brancão, e Vitorínha competitivos. O segundo time seria a Desportiva, mas não acredito que ela renasça das cinzas, não nos próximos anos, e ai vai ficar pra trás dos outros dois.
Falando francamente, pra você que nunca foi num estádio de futebol, torce pra times do Rio e só assiste jogos pela televisão, por favor me perdoe, mas você não sabe de verdade como é um jogo de futebol. A conversa de arquibancada, o radinho de pilha, xingar o juiz antes mesmo do jogo começar (não tem nada mais relaxante do que gritar um FIL!@## da PU!@#$@ coletivo!).
Vá ao estádio, escolha um time pra torcer, garanto que você vai se divertir. Como eu fiz com alguns amigos esse ano, o primeiro ingresso eu pago! Mas se eu pagar vai ter que torcer pro Brancão!















